terça-feira, 11 de outubro de 2011

PRVP-PRÉMIO IBRAHIM DE 2011













Out, 14:24h


O ex-Presidente cabo-verdiano vai receber 5 milhões de dólares

PEDRO PIRES GALARDOADO COM PRÉMIO IBRAHIM DE 2011

Praia, 10 Outubro 2011 - O ex-Presidente Pedro Pires foi hoje galardoado com o prémio Ibrahim, que distingue com cinco milhões de dólares ex-chefes de Estado ou de Governo africanos que tenham promovido uma boa governação.

Criado para reconhecer e celebrar a excelência na liderança africana, o Prémio Ibrahim confere um valor anual de USD 5 milhões por um período de 10 anos, e de USD 200 000 anuais, no período subsequente, para o resto da vida. A Fundação poderá ponderar atribuir mais USD 200 000 por ano para a realização de actividades de interesse público e para boas causas propostas pelo Laureado.

Ao anunciar o Laureado do Prémio Ibrahim de 2011, Ahmed Salim Salim, o Presidente do Comité do Prémio afirmou: “o Comité do Prémio ficou extremamente impressionado pela visão do Presidente Pedro Pires de transformar Cabo Verde num modelo de democracia, estabilidade e crescente prosperidade”.

“Durante os dez anos em que foi Presidente, o seu país tornou no segundo país africano, de apenas dois, que deixou a categoria dos Países Menos Desenvolvidos das Nações Unidas, tendo recebido reconhecimento internacional pelas suas realizações na área dos direitos humanos e da boa governação”, acrescentou.

Salim Ahmed Salim elogiou ainda o empenho do Presidente Pires com relação a democracia e governação, tendo sublinhado que “as credenciais democráticas do Presidente Pires ficaram mais fortalecidas quando anunciou que abandonaria o cargo no final do seu segundo mandato. Refutando prontamente sugestões de que a Constituição poderia ser alterada para que voltasse a candidatar-se, ele explicou: “Esta é uma simples questão de fidelidade para com os documentos que guiam o nosso Estado de Direito.”

O Prémio Ibrahim foi criado pela Fundação Mo Ibrahim, que este ano assinala o seu quinto aniversário. Os Laureados são seleccionados por um Comité do Prémio que integra sete personalidades eminentes. O Comité do Prémio faz a avaliação de antigos Chefes de Estado e de Governo eleitos democraticamente dos países da África Subsaariana que tenham cumprido com os seus mandatos, observando os limites consagrados nas Constituições dos respectivos países, e que tenham deixado o poder nos três anos anteriores.

O Presidente Pires segue-se a Joaquim Chissano (2007) e Festus Mogae (2008) como Laureados do Prémio Ibrahim. Nelson Mandela foi o Laureado honorário e inaugural em 2007. Em 2009 e 2010 o Comité do Prémio, após uma consideração profunda decidiu não proclamar nenhum vencedor.
A escolha de Pedro Pires coloca fim a dois anos sem a atribuição do prémio por opção do júri, composto por sete elementos.


Consulte as noticias em arquivo desta secção. (LIBERALONLINE) 

OLISANTO NATELIZA

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ENTERRO DE AMP



Cabo Verde enterra hoje o seu primeiro presidente da Republica.

A palavra que exprime o sentir dos cabo-verdianos é: comoção. Mas, também silêncio e sobretudo respeito pelo homem que durante quinze anos exerceu uma presidência em regime de partido único, mas com um rosto humano estribado na personalidade de Aristides Pereira. Uma personalidade que fez dele o presidente das grandes causas e das pequenas causas. Um presidente atento até as coisas consideradas pequenas. Esse seu jeito de se interessar pelas pessoas e pelos seus problemas fez-lhe ganhar o apelido carinhoso de Tio … como era tratado por muitos dos seus conterrâneos. Pereira podia ser um enigma como politico, um homem pragmático que se recusou a sacrificar o País no “altar do pragmatismo “, mas tinha algo que tocava a alma: o seu sorriso, seguido de uma pequena gargalhada. Talvez agora se dê a nova geração a oportunidade e a possibilidade de conhecer o seu primeiro presidente. Um homem de trato fino, lúcido, pragmático o suficiente para não seguir o caminho dos outros e não deixar que Cabo Verde seguisse o caminho que alguns queriam que seguisse. A presidência que fez num regime de partido único merece ser conhecida e estudada. Assim como o papel que teve na democratização do Pais. As suas posições devem ser conhecidas para se entender porque Pereira merece o carinho da Nação, mesmo tendo sido presidente num regime em que “ o partido era a força dirigente do Estado e da sociedade”. O exemplo de não ter se recusado, em 1991, a disputar a eleição presidencial foi marcante. Podia ter se recusado, mas não se recusou ao crivo do voto popular. Perdeu e saiu da política de uma forma digna. Nunca mais interferiu publicamente e não deu palpites sobre a vida política nacional. Hoje Cabo Verde enterra o seu primeiro presidente. Silêncio. Lágrimas. Discursos. Salvas. Para mim fica o sorriso. Aquele sorriso que deixava ver a alma. E os sorrisos e a alma não morrem. Até sempre …. Presidente

Noticias do Norte



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OLISANTO NATELIZA

terça-feira, 6 de setembro de 2011

“A ALFABETIZAÇÃO PARA A PAZ”


Mensaje de la Sra. Irina Bokova, Directora General de la UNESCO, con motivo del Día Internacional de la Alfabetización, 8 de septiembre de 2011

Este año, el Día Internacional de la Alfabetización presta especial atención a la relación fundamental entre la alfabetización y la paz.

La paz duradera se basa en el respeto de los derechos humanos y la justicia social.

La alfabetización, fundamento de toda educación y aprendizaje a lo largo de la vida, es uno de esos derechos.

La alfabetización es un requisito previo de la paz porque entraña múltiples beneficios que revierten en las esferas humana, cultural, social, política y económica.

En las sociedades actuales, impulsadas por el conocimiento, el analfabetismo es más que nunca sinónimo de exclusión y marginación.

Según las cifras más recientes (2009), son analfabetos 793 millones de adultos, en su mayoría chicas y mujeres. Otros 67 millones de niños en edad de asistir a la escuela primaria no lo hacen y 72 millones de adolescentes en edad de cursar el primer ciclo de la enseñanza secundaria tampoco están gozando de su derecho a la educación, lo que acarrea el riesgo de engendrar una nueva generación de analfabetos.

Esta situación inaceptable está frenando todos los esfuerzos para reducir la pobreza y fomentar el desarrollo humano.

Es una violación de los derechos humanos y las libertades fundamentales, y una amenaza a la paz y la seguridad.

La alfabetización es un acelerador del desarrollo y un vector de paz.

Primero, porque impulsa la autonomía de las personas, al dotarlas de las competencias y la seguridad en sí mismas necesarias para buscar información vital y tomar con conocimiento de causa decisiones que tienen un impacto directo sobre sus familias y sus comunidades.

Segundo, porque la alfabetización es una condición imprescindible para que los individuos participen de forma eficaz en los procesos democráticos, se hagan escuchar en las organizaciones comunitarias, adquieran conocimientos sobre política y, así, contribuyan a moldear la calidad de las políticas públicas.

Tercero, porque los programas de alfabetización fortalecen la comprensión mutua, al habilitar a las personas para compartir ideas y expresar, preservar y desarrollar su identidad y su diversidad culturales.

Ningún país puede esperar establecer condiciones duraderas para la paz si no encuentra modos de desarrollar la confianza mutua entre sus ciudadanos, a través de sistemas educativos inclusivos que fomenten la comprensión mutua, el respeto, la tolerancia y el diálogo.

Es fundamental integrar la alfabetización en los procesos de construcción de la paz para plantar las semillas de la paz, fomentar el diálogo y la reconciliación y dar a los jóvenes y a los adultos las competencias que necesitan para buscar un empleo decente.

Los premios internacionales de alfabetización de 2011 recompensan programas pioneros que demuestran el papel central de la alfabetización en la promoción de los derechos humanos, la igualdad entre hombres y mujeres, la solución de conflictos y la diversidad cultural. Todos los programas ponen de relieve que, aun en los contextos más difíciles, los programas de alfabetización de calidad están funcionando y aportando cambios duraderos a las vidas de jóvenes y adultos.

Invertir en programas de alfabetización es una elección sensata y esencial para el desarrollo. La alfabetización es un componente clave de las estrategias para promover el desarrollo sostenible y la paz. Es fundamental para alcanzar la Educación para Todos y los Objetivos de Desarrollo del Milenio.

El mundo necesita urgentemente un compromiso político más firme con la alfabetización, respaldado por los recursos adecuados para ampliar los programas eficaces. Hoy exhorto a los gobiernos, las organizaciones internacionales, la sociedad civil y el sector privado a que hagan de la alfabetización una prioridad política, para que todas las personas puedan desarrollar su potencial y participar activamente en la conformación de sociedades más sostenibles, justas y pacíficas.


OLISANTO NATELIZA

segunda-feira, 18 de julho de 2011

FINALISTA D JARDIN INFANTIL OMCV SAL 2011

Ont dia 17 d julhu d 2011, na Klub d Sgunda Rejiaun Militar na Djadsal, 27 FINALISTA (9 mnininha i 18 musinh) resibe DIPLOMA d fin d siklu Pre-Skular.
D Programa d Atividad taba kunsta:

-Kantiga i Dansas tradisional

-Dramatizasaun

-Diklamason di puezia

-Inpuzison di fita i Sesaun di fotografia

-Lonx (lanxu) ku pais i nkarrigods d idukasaun y konvidods/amigus, d box(baxu) d muzika d DJ Xi.

Personalidads agrasiod ku DIPLOMA Di MERITU pa kulaborasaun ma Jardin:

Sra. Judite N.Santos, Vereadora d Idukason, Promusaun Susial i Kundison Fmenin;

Sr. Batalha, Delegadu d TAAG;

Sra. Filo d TAAG;

Sr. José Carlos Lopes Vieira

Jardin Infantil OMCV-Sal, un opsaun pa bu fidj !

Forsaerea, 18 d julhu d 2011

Olisantu Nateliza, reporter sen fruntera