quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

ALFAMARIAS (ANIV)

Borboleta 


Pessoas que cruzaram no meu percurso na ESTRADA DA VIDA...


1-Albertina Antónia da Graça (AAG)- BV (191259 )
2-Ana Aldegundes Gama Leite - ALGA - SV (300152 )
3-Ana Bela Vista-SV
4-Ana Maria Ramos - PB ( 051259 )
5-Arbera Bote-SV
6-Baja -BV
7-Dercelina Nunes - SV
8-Pedrina Elisia Barros Estrela -Dináh - BV (031254)
9-Fatu - SV
10-Fidjinha - Fg
11-Nhifa - BV
12-Fogu – 1
13-Francisca Vieira - Dá, BV (abril)
14-Margariga Costa -Gida I - BV (020956)
15-Maria Margarida Brito-Gida II -BV ( 240255)
16-Hirondina Rodrigues - Dina - MSV
17-Hortência Rosário de Pina (HRP)- Fg ( 060256 )
17-Kuba -Enf
18-Kuba Kabelona
19-Madalena - F
20-Maria Antónia - F
21-Maria Augusta - BV
22-Maria Benigna Brito Lima (B2) - BV ( 130258 )
23-Maria Celestina Morais (MCM/PM)-BV ( 150167)
24-Maria Francisca da Graça Ramos Oliveira (Mana)-SN/PB (200963 )
25-Maria Francisca Carvalho Lopes Soares-Txikau/Kikas (MSF31)-SV/RJ( 100655)
26-Maria Rosario Lopes -Bibia SA/Paul (031157)
27-Mariazinha Ramos Pinto -Bia ( Mz/Azinha) - BV (070354)
28-Nela - ST
29-Nery Ramos - BV
30-Orisa Santos Pires - SV ( 291167)
31-Piedade - SV
32-Rosa Fortes - SV (010361)
33-Salineira - SL
34-Teresa Rodriguez del Rio - Tete Kuba
35-Tuga Droga
36-Vera LSP - SV
37-Isaurinda -Zau - SV
38-Kubana Muda
39-Aurea Roasario Neves (NAR32)- Lolita-SV (05101956), 28/09/2015 selado *
40-Fausta Neves Brito -Borboleta -BV ( 23/11/1954) Carimbada 241023

41-Vania Chantre -SV (1jan82)
42-Ariana Andrade - F

43-Maria da Luz Ramos (Jeantet). - SV - 12julho 1946 (17072018 carimbo)


domingo, 15 de dezembro de 2013

RECORDAR E VIVER O AMOR PERPÉTUO


“RECORDAR É VIVER”  


24 DE JUNHO DE 1985, dia de “ San Jon” , ficou computorizado na memória de MCM e de ASO como dia de PROIBIÇÃO DO AMOR, na Província Federativa do Norte (João Galego, Fundo das Figueiras e Cabeça dos Tarafes ) da Republica de Bubista, membro de União Federativa da Republica de Cabo Verde. 

A seguir às atividades religiosas, as duas almas (mcm e aso) deambularam de mãos dadas, pelas ruas profanas de Fundo das Figueiras, a Capital da Província de São João Baptista, ilha de Bubista, em honra ao santo padroeiro do Norte da Ilha das Dunas Cristalinas, contemplando a paisagem festiva, fazendo uma ou outra parada em casa de amigas, para solver a tradicional canja de "kapod". 

À tardinha, a bordo de único camião da Câmara Municipal de Bubista (CMB), conduzido por Paz de Nha Bili, rumaram à Cabeça de Tarafes, torrão natal de MCM, tendo desembarcados à frente de casa do Sr. Sabino de Bilinha (SB), paragem obrigatória para os forasteiros apresentarem o Visto de Entrada. Em seguida marcharam, a Passos Ordinário, ao Palácio Real da Princesa, para um pedido de mão de franguinha. A Rainha Tarafeana, que aflita aguardava a cabrita “desenfiada” (fugitiva), à “Porta de Armas, com medo de perder a posse útil da donzela, permitiu a entrada do TUBARÃO AZUL da ilha de Viana (Bubista), com uma pedra na mão. 

O S ( “sen pel na kara” ), contra a vontade de D. Tarafeana, aceitou o convite de MCM de ancorar para reabastecer de comestível (“kafé di Fogu, xá de mote de Santanton, let i kej de kabra, bulaxa suzuda de ka Mône Marine , kek de Juzefa, kamoka, midje de terra alhod, txitxorre sek asod, kaskuz de putona, fungin de midj / fdjoz , koke d`arbaton” , etc...) como pretexto para desferir um tiro certeiro ao alvo camuflado de tarafes, a "barba kara" de Rainha de Tapume. 

Enquanto esperavam ser servido o lanche da tarde, na Sala de Visita, o Leão Olisanto e a Gata de Arvatão, longe das antenas de Dona Tarafeana, debateram sobre os princípios básicos do Pacto de Capitulação que, devido a uma aliança de ouro soviético encravada no anelar esquerdo de A, ficou adiada a capitulação, sem data marcada. Em contra partida, assumiram um “acordo de cabreiro” de realização de um novo encontro em território neutro ( “Spingera” ), vigiado pela Junta da Salvação dos Namorados (JSN) de Cidade Sal Rei, a Capital da República Federada, para a assinatura o referido Pacto de Capitulação. 

Mesa posta, ASO dirigiu-se à sala de jantar, ao lado de PM, para devorar a merenda e meter uma colherada, sendo possível, no prato de MCM , desejosa de entregar a carne real ao leão esfomeado, famoso em artes de caça às formiguinhas da República Federativa de Bubista. Estância de Baixo e Rabil, duas praças da proeza do TUBARÃO AZUL! 

Da sala de jantar, onde era servido os lanches de ocasiões, em coluna fileira, a passos de revista, PM e AO, dirigiram-se à Sala de Conferência ( Visita ) para traçar uma estratégia para o baile da noite, na “DISCOTECA”/ Buate, Salão de Nha Sabino de Bilinha.

 A Madame Tarafeana, consciente do perigo que corria a donzela, em cumplicidade com os habitantes domesticados de tapume ( galinhas de terra, galinhas de mato/guiné, corvos, pombas e pardais; cabras, vacas, bestas, éguas e porcos; lagartixas, formigas, baga-bagas, grilos, etc...), mandou contratar o Cabo do Tapume (o Natão ) e mais outros tantos capangas, para proteger a bezerra, nessa noite diabólica de caça, das manobras perigosas do “Bonzamig” , especialista em operações de assalto aos corações indefesos da Republica. 

Cerca das 22h00, o salão a arder das irradiações de Petromax e de poluição sonora de PICAPE, os bailarinos da noite, sempre vigiados por olheiros (pais ou irmãos) e por Guarda-costas armadas de armas convencionais ( kafukas, lamparinas, binóculos, catanas, manducos, matracas, fundas, cordas, etc.), entraram em luta de corpo e alma até ao romper do sol. 

PM e AS, surpreendidos perante a supremacia do inimigo entrincheirado no campo de batalha (pista de dança), alteraram o plano de combate, recorrendo às coladeiras, ao fundo da sala, para ludibriar a emboscada montada pelo genial “Cabo do Tapume “da Corte Real, treinado nas Milícias Populares pelo General de Barras de Saia.
De se recordar que no reportório do DJ – Nha Sabino, raro eram as mornas! A princesa da noite, rodeada de guarda-costas e de espiões (CIA e KGB), equipados para o combate noturno, encomendados pela rainha do império de Tarafe, compreendendo a mudança brusca da situação, também, mudou  de táctica para despistar as capangas contratadas pela dona B de B, que não a deixava enlaçar ao pescoço do Capitão do Amor, trocando de par, ou indo à varanda frequentemente, fingindo apanhar ar fresco. 

Noite adentro, antes da “ ORA DI BAI ”, o salão ainda repleto de almas embriagadas, pela musica a rachar o telhado e a bloquear as investidas dos pombinhos enamorados, e das irradiações de petromax a arder o palco, brilhando como o Sol ao meio-dia, AS “SARIDJANDU ” e cantando ao ouvido de MCM, fora dos radares dos espiões pagos, rodando de um lado a outro, como o Farol de “ Mor-Nego”, aproveitou uma das raras mornas para desferir uma rajada de beijos ao rosto rasado da meldade de olhos mortos como “puta na gata“, a estremecer de desejo e medo de ser apanhada em flagrante delito, para não ser condenada a 100 chibatadas e apedrejada na Praça dos Namorados, situada no centro da cidade de Tarafe.

Depois dessa ofensiva (investida) impopular, o estrangeirado cumpriu à risca o ditado popular que diz : "todo o cuidado é pouco" aos binóculos de Natão, o eterno e terrível Cabo do Tapume, treinado nas MP da República de Camarada, pelo então Comandante em Chefe  “Barras de Saia “, o General de “ Boina Preto “ da ilha berço das mornas.

Taticamente retiraram da Linha de Frente, passando à Retaguarda (indo à varanda ou ao bar) com a missão de :

1- Reagrupar as Forças e Meios para organizar e consolidar a posição; 
2- Registar os prováveis danos colaterais ; 
3-Fazer a manutenção do equipamento bélico não convencional e reabastecer;

Apertado o cerco, chegaram ao consenso de fazer um recuo estratégico para o assalto final, à hora H, do dia D, longe das antenas dos espiões de Tarafes , na Cidade Capital da República Federada - Porto de Sal Rei ! 

Cabeça de Tarafes, ilhéu da República de Bubista, situada na província federativa do Norte, a seguir a Fundo das Figueiras, mergulhada numa profunda CRISE DE FÊMEAS, desde os anos 60, luta para salvar uma barra de saia do fenômeno MIGRAÇÃO, que vem condenando as meldades ao exílio forçado. Umas, por falta de recursos, saíram à procura de vida melhor no território nacional ( Djadsal, Sonsent e Praia Maria), outras, em busca do tesouro de ouro, partiram em massa para a terra longe (Portugal, Itália, França e Espanha). MCM não resistiu a essa tentação de partir, tendo, mais tarde, aterrado a República de Djadsal, onde pariu a primeira cria (LuKi), antes de arrumar a mala com destino para Portugal, onde viria a ter mais duas cabritas (AN e AR), seguindo a tradição de Tarafes cantada pela Gaby Star de "Djalunga" : "mnininhas de tarafe kre so pari fema...".

Boa Vista, 27 de Junho de 1985 

Olisanto Nateliza Nobre 


OBSO texto REVISTO 13/11/14 , 101224




ROMARIA DE SÃO JOÃO BATISTA EM BOAVISTA


24 DE JUNHO DE 1985

“ San Jon” de 1985 ficou computorizado na memória de MCM e de ASO como o dia de AMOR PROIBIDO na Província Federativa da Região Norte ( João Galego, Fundo das Figueiras e Cabeça dos Tarafes ) da União da Republica Federada de Bubista.
PM
Depois das actividades religiosas as duas almas deambularam de mãos dadas, pelas ruas profanas de Fundo das Figueiras, a Capital da Provincia de São João Baptista, ilha de Boa Vista, em honra ao santo padroeiro do Norte da Ilha das Dunas Cristalinas, contemplando a paisagem festiva e fizendo uma ou outra parada em casa de amigas para solver a tradicional canja de "kapod".

À tardinha, a bordo de um camião da Câmara Municipal de Bubista (CMB) rumaram à Cabeça dos Tarafes, torrão natal de MCM, tendo desembarcados à frente de casa do Sr. Sabino de Bilinha, paragem obrigatória para os forasteiros apresentarem o Visto de Entrada. De seguida marcharam a passos ordenário, ao Palacio Real de Tarafes para um pedido de mão... A Rainha, que aguardava aflita o regresso de cabrita fugitiva (“desenfiada”) à “ Porta de Arma “, desde ao nascer do sol, sem saber como proteger a donzela do tubarão azul da ilha de viana, não deu chance à pretendida aliança.

S aceitou o convite de MCM de ancorar para reabastecer de comestível ( xafé di fogu, xá d mot d sintanton, let i kej d kabra, bulaxa suzuda d “ môn marin” , “kek”, kamoka, midj ilhod i txitxorr salgod asod, "kaskus d putona" , funginh d midj / fdjoz , kok d arbaton , etc...) como pretexto para desferir um tiro certeiro ao alvo camuflado de tarafes, à "barba cara" de Rainha de Tapume.

Enquanto esperava a ser servido o lanche da tarde, na Sala de Visita, o Leão Olisanto, longe das antenas de Dona Tarafe, trassou com a Gata de Arvatão os pormenores do Pacto de Capitulação. Mas devido a uma aliança pregada no anelar esquerdo de S, ficou adiada a assinatura sem data marcada. Assumiram um “ acordo de cabreiro” de realização de um outro encontro em territorio neutro, sob os auspícios da Junta da Salvação Nacional (JSN) de Cidade Sal Rei, a Capital da Republica, para a assinatura o referido Pacto.

Mesa posta, dirigiu-se à sala de jantar para devorar a merenda e meter uma colherada, sendo possível, no prato de MCM , desejosa de entregar a carne real ao leão esfomeado, famoso em artes de caça às forminguinhas da Republica Federada de Bubista. Estância de Baixo e Rabil, duas praças da proeza de ASO.

Da sala de jantar, onde era servido os lanches de ocasiões, em coluna fileira, a passos de revista, PM e AO dirigiram à Sala de Conferência/Visita para traçar as estratégias do baile da noite no Salão / “DISCOTECA” de Nha Sabino de Bilinha.

A Madame Tarafe, consciente do perigo que corria a donzela, em cumplicidade com os habitantes domesticados do tapume ( galinhas, cabras, lagartas, vacas, bestas, éguas, corvos, porcos, pardais, lagartijas, formingas, baga-bagas, etc...), mandou contratar o Natão e mais outros tantos capangas para proteger a bezerra das manobras perigosas do “bonzamig” , especialista em operações de assalto aos corações indefesos, nessa noite diabolica de caça.

Cerca das 22h00, com o salão a arder das irradiações de Petromax e de poluição sonara de musica do DJ improvisado ( Sr.Sabino ), os bailarino(a)s da noite vigiados por olheiros ( pais e irmãos) e de guarda-costas ladeados de armas convencionais ( binóculos, catanas, manducos, matracas, lamparinas, fundas, cordas, etc.), entraram em luta corpo e alma.

PM e AS, surprendidos perante a supremacia do inimigo entrincheirado no campo da batalha ( pista de dança ), alteraram o plano de combate, recorrendo às coladeiras ao fundo da sala para ludibriar a emboscada montada pelo genial “Cabo do Tapume “ da corte real, treinado nas MP pelo General Barra de Saia, em detrimento das raras mornas do reportório do sr.SB.

A princesa da noite, rodeada de guarda-costas e de espiões (CIA e KGB), encomendados pela rainha do imperio de Tarafe, preparados para o combate à noite, compreendendo a mudança brusca da situação, também, mudou a táctica para despistar das capangas contradas pela dona B de B, que não a deixava enlaçar ao pescoço do Capitao do Amor, trocando de par ou indo à varando ou ao bar, frequentamente.

Noite adentro , antes da “ ORA DI BAI ”, o Salão ainda repleto de almas embriagadas de musica a partir o telhado e a bloquear as investidas dos pombinhos enamorados, e de luz de patromax a arder o palco e brilhando como o Sol ao meio-dia, AS, “SARIDJANDU ” e cantando ao ouvido de M, fora dos radares dos espiões pagos , rodando de um lado a outro como o Farol de “ Mor-Nego” , aproveitou uma das raras mornas para atirar uma rajada de beijo ao rosto rasado da meldade , de olhos mortos como “puta na gata“, a estremecer de medo de ser apanhada em flagrante delite para não ser condenada a 100 chibatadas e apedrajada na praça de namorados, no centro da cidade de Tarafe.

Depois desta ofensiva (investida) impopular, o estrangeirado cumpriu à risca o ditado popular que diz que : "todo o cuidado é pouco" aos binóculos de Natão, o eterno e terrível Cabo do Tapume , treinado nas MP da Republica de Camarada, pelo o então Comandante em Chefe de “ Barras de Saia “, o General de “ Baina Preto “ da ilha berço das mornas.

Taticamente retiraram da Linha de Frente, passando à Retaguarda (indo à varanda ou ao bar) com a missão de :

1- Reagrupar as Forças e Meios para organizar e consolidar a posição;

2- Registar os prováveis danos colaterais ;

3-Fazer a manutenção do equipamento bélico não convencional e reabastecer de comustiveis;

4- Contra-atacar à hora a indicar do dia D com todas as forças e meios disponíveis para atingir o objetivo final – Capitulação total e perpetua de MCM.

Apertado o cerco, chegaram ao consenso de fazer um recuo estratégico para o assalto final, à hora H, do dia D, longe das antenas dos espiões de Tarafes , na Cidade Capital da Republica Federada - Porto de Sal Rei !

Cabeça dos Tarafes, ilheu da Rapublica de Bubista, situado na provincia do Norte, a seguir a Fundo das Figueiras, mergulhada numa profunda crise de femeas, desde os anos 60, luta para salvar uma barra de saia desse fenómeno MIGRAÇÁO que vem condenando as meldades ao exílio forçado. Umas, por falta de recursos, saíram à procura de vida melhor no território nacional (Sal, SV e Praia); e outras, em busca do tesouro de ouro, partiram em massa para a terra longe (Portugal, Itália e França). MCM não resistiu a essa tentação de partir, tendo, mais tarde , aterrado a Republica do Sal, onde pariu a primeira cria (Kilu), antes de arrumar a mala com destino para Portugal, onde viria a ter mais duas cabritas (AN e AR), seguindo a tradição de Tarafes cantada pela Gaby Star de "Djalunga" : "mnininhas de tarafe kre so pari fema...".



Boa Vista, 27 de Junho de 1985 (revisto 2011)

Olisanto Nateliza





domingo, 8 de dezembro de 2013

NUMINHAS DE BUBISTA


Na Bubista, alen de nomes de Rejist / Batisme , kuaz tud jent ten un o mas numinha, konsuant mei frekuentod ( familha, amiges de skola, rua i trabodje ), nen senpre relasinod ke nome de rejiste . Pur ex., Kabalon. Uns mas stravagant k`ots , pudé ser nomes de bitx / animal(Bur,Tubaron, Kabolon, etc); Jegador ( xalana, Torres ), o ots ( Lanpadinha, Kaxi, Kuiki, etc ). Alguns psoas ten te mas k`un nominha. Rar utxa dois psoas mesme numinha. Txeu nominhu dzeperse dpos de mort.

RELASON D'ALGUNS NOMINHAS:

Babatxa (Albertu )
Babeje ( Severo )
Babela ( Isabel )
Babeta ( Alberto )
Badja ( Maria Vargia )
Badola
Bai
Baja
Bakit
Balanta ( Valantim )
Balija ( )
Baloza ( )
Baltxor ( )
Banita
Banka ( Branka )
Banxa ( )
Batita ( Batista )
Beja
Bibi
Bidjinh ( )
Bija
Bijome  (Benjamim )
Bilaje   ( Abel )
Bili
Biluka ( )
Blek    ( )
Bod    ( )
Boi ( )
Bur/Burre
Buxe

Dadetx
Dadó
Damanónia
Danda
Dansa
Dazinha
Deus
Didine
Dimonje
Dixe
Djagod
Djana
Djane
Djarai
Djareka
Dje
Djedje
Djen
Djeras
Djeta
Djibenta
Djidje
Djidjinh
Djidjung
Djika
Djit
Djo Gadjome
Djo Koleta
Djo Nonó
Djoblas
Djone
Djonga
Djôse
Djova
Djudja
Djugane
Djunga
Djunglin
Dofa
Dutxa
Dzinpot

Faif
Fanbil
Fanha
Fanhunga
Fantxuka
Faroba
Fau ( Faustina )
Fenta
Ferre
Fidja
Fidjinh
Fidjinha
Fidjit
Finha ( motx / fema )
Fininha
Firrinh
Fivrera
Fivririnha
Fonka
Franginh
Fulinh
Funxal
Funxinha
Funxita
Ga
Gadinh
Gadjof
Gadjome
Gaduga
Gága
Gagá
Gaget
Galinhona
Ganga
Gazome
Ginold ( Aguinaldo )
Godja
Goia
Goje
Gole
Gonga
Gril
Grof
Guiaia
Iag ( Tiago )
Iog ( Tiagu )
Jatul
Jon Boi
Jon farranpa
Jon Fugon
Jon Pon
Jon Xinxon
Jon Tob
Jova
Julona
Kabalon
Kabol
Kabrita
Kaká
Kakit
Kakoi
Kakôme
Kakuxe
Kandinh
Kestod
Kidja

Kodja
Koleta
Konpa
Kontxa
Kotx
Kudeka
Kudjera
Kuin
Kuk
Kuna
Kunga
Kunika
Lalone
Lalu ( Luis )
Lanja
Lanpadinha
Lapa
Laska
Latxa
Lera
Lesia
Lexa
Lexe
Lilija ( MLuisa )
Lilinh
Linguas
Loj
Lola
Lone
Lora
Lota
Lu
Lubinh
Lulu ( Luis )
Lutxa
Maj
Majet
Majinh
Mamau
Mamane
Mané Godja
Mane Karakeja
Mane Putona
Mane Razuedje
Manhoma
Mari Bijome
Maripraia
Maruka
Maskot
Maxone
Mimixe
Miter ( Emitério )
Mixune
Moke
Mone
Mone Palapa
Moxe
Mundinh
Munkit
Mural
Muturin
Muxe
Muxinhe
Nadoza
Nanais
Nanana
Nanenga
Nanha
Nanoxe
Nanuna
Nanunga
Nauaz
Naxa
Nedje
Nei
Nena
Nenga
Nha dadó
Nha Vaun
Nhanha (Avo fema)
Nhinhon ( Avo motx )
Nhips
Nhofa
Nhops
Nhu
Nhu Bonb
Nhung
Nhunginh
Nhunha
Niná
Niné
Ninha
Nininha
Ninoka
Nipol
Nixa
Nixe ( ome/amedjer )
Noba
Nuia
Nutxa
Nuventa
Padame
Pagans
Paia
Papau
Parapot
Pardal
Patona
Paxaba
Petxa
Pije
Pikap
Pinpinha
Pitrol
Pitxinha
Pixot
Pizinh
Plá
Plona
Plonka
Plot
Poia
Pontxa
Preta
Pulgera
Puntxinha
Putit
Rataun
Ratiji
Ratinha
Rau
Rez d Djòs
Ritxa
Rot
Ruse
Sarof
Sasau
Seisaun
Seu
Sibas ( Severo )
Sirik
Siu
Skapa
Sonts
Sosiu
Stragof
Stravagant
Suna
Ta
Tabanka
Tabuk
Tai
Talinh
Talola
Tánaz
Taninh
Taninha
Tanoz
Tanxa
Táti
Tatinh
Tatoia
Tau
Tazinh
Tibibi
Tidjadje
Tidinha
Tixe
Tijon
Tikarrera
Tilá
Tilapa
Tininh
Tininha
Tiod
Tiof
Titak
Titita
Titix
Titok
Titoka
Tixe
Toba
Toia
Toje
Tok
Toka
Tontx
Tonxe
Toxe
Tripa
Tronka
Txutxe
Tubaron
Tuga
Tui
Tuia
Tumixe
Tuneka
Txaia
Txala
Txandai
Txarla
Txau
Txé
Txeka
Txibirin
Txidinha
Txika
Txilaun
Txilu
Tximnold
Txinok
Txitxa
Txitxau
Txitxita
Txitxog
Txitxol
Txoka
Txole
Txontxa
Txotxa
Txotxe
Txu
Txuka
Txunkinh
Txunkinha
Txunklin
Txutx
Txutxinha
Txutxu
Uél
Vais
Vary
Vi
Virua
Xalana
Xalau
Xalina
Xaloka
Xamintinha
Xana
Xanana
Xau
Xaun
Xe
Xeka
Xene
Xenxa
Xika
Xikinha
Xinh
Xininh
Xit
Xita
Xixa
Xixone
Xol
Xola
Xolé
Xone
Xône
Xonga
Xôt
Xtota
Xuda
Xuk
Xukala
Xuva
Xuvinha
Z de kalutxa
Zeza
Zita
Zuka
Zukinha
Zuza
Zuzinha


NOMS D BOT Y GAZULINA D BUBISTA


BOTES


ACHADA FAZENDA (T)
AMOR A BUBISTA
AMOR A CABO VERDE
ANA MARIA
ANGELICA
ANJO DA GUARDA (T)
BARRA (T)
BEI
BELINA(T)
BEM DE DEUS(T)
BENITO
BOA ESPERANÇA
BOMTCHIVÊ
BRUDJAL(T)
CARLOS
CATARINA
CEUZINHA
CLAUDIA
CLAUDINA
CONCEIÇÃO MARIA
CORAÇÃO MARIA
DAI
DEBIE
DENIZA
DEUS DJA DA
DIXA KADA UN VIVE SE VIDA
DOS REIS
DUNIA
EDSONEVI
ELIANA
EMA HELENA
EMAI (T)
ERIANA
ERIDA
ESTER(T)
FOFA
GOD HAVE DE VOLTA
GRACILENA
JUL D`ZINHA
JUL D`ZINHA I
LILIANA
LIMAR MAR
MADRUGADA
MARIA TERESA
MARILIN MELISSA
MARINES
N.S DO CARMO(T)
OLIVIA
ONDA AMARELA
ORLANDO MARIA
PODER DE DEUS (T)
REI DO MAR (T)
S.JOÃO (T)
SAMORA
SAN SALVADOR DO MUNDO
SANTAMONICA
SPINGUFRA
VANYLENA
VARY
VARY II (T)
VICENTE
WILTON JORGE
ZE CARLOS(T)

GAZULINA :
INDEPENDENCIA
VARY
YARA
ZETY
LADY IN BLUE (T)
DON NORBERTO (T)
MENDES E MENES (T)
VAZITY (T)